Por uma noite!

« Tapou-me os olhos com uma venda de seda, branca e que tinha um aroma adocicado. Pegou na minha mão e conduziu-me a um lugar a que senti magia no ar.
Sei que não era muito longe de o lugar onde nos tinhamos encontrado naquela tarde pois não tinha andado muito, tinha sido subido alguns degraus, mas que não me lembro de alguma vez os ter subido. De 5 em 5 min. ouvia  "estamos a chegar", o caminho ia diminuindo, mas o cheiro tornava-se cada vez mais intenso, eu sabia que conhecia aquele cheiro mas não me lembrava de onde, mas sabia que o conhecia.
Senti uma aragem leve ao meu redor, as mãos dele começavam a dexer, tocando pelo meu corpo todo, foi aí que senti um arrepio... Bem que tentei tirar a venda mas ele dizia "ainda não chegou o momento" e eu esperava anciosa para ver onde é que me encontrava e o que era aquele cheiro que me atormentava a cabeça mas que não me passava despercebido. De repente ele diz "abre a boca e trinca", eu não sabia bem o que me esperava mas confiei nele, abri a boca e trinquei bem devagar para que podesse aperceber-me do que se tratava, quando sinto algo em contacto com a minha lingua e sinto o sabor imediatamente digo "morangos com chocolate"... ele sabia que era a minha sobremesa favorita... mas com isto tudo continuava ainda com os olhos vendados.
Começo a sentir algo gelado à minha volta, eram pedras de gelo que percorriam o meu corpo e derretiam acabando por deixar a minha roupa molhada, "tira-me a venda, por favor", as sensações já eram tantas que já não aguentava não poder olhar tudo o que ele me preparara.
Começou por desatar a venda muito devagar, despertanto assim em mim um momento de nervosismo pois não sabia o que estaria á minha frente... quando a venda cai, fiquei estupefacta com o que via, estava num quarto enorme, com as paredes, o chão, o tecto, aliás, todo o quarto estava pintado de branco, as mobilias, o puff, os candeeiros, os cortinados, tudo, tudo era branco, não existia outra cor naquele quarto... quer dizer, as pétalas de rosas eram um encarnadão, e era daí que conhecia aquele intenso cheiro, as pétalas encarnadas espalhadas pelo chão e por cima da cama tinham deixado um cheiro a rosas...
A garrafa de champanhe, os copos e a travessa ,onde estavam, também se diferenciavam daquele branqueamento total, perto da cama encontrava-se uma taça com morangos e chocolate por cima..
Por todo o quarto encontrava-se velas, ora grandes, ora pequenas, também brancas que tornavam aquele lugar com outro ambiente...
Ele vem na minha direcção, e eu começo a ficar com aquelas borboletas na barriga que tanto me estragavam o raciocionio e não me deixavam pensar em ser responsável mas sim em deixar-me levar, e era isso que ele queria, queria que eu me deixasse levar... Começa por beijar-me o pescoço trincando-me a orelha e dizendo ao meu ouvido "hoje faço de ti uma mulher, a minha mulher", foi aí que percebi que aquele era o momento para deixar todos os receios para trás, todas as dúvidas, deixei-me leva e entreguei-me...»
                           Historia não verídica

6 comentários:

  1. Muito giro o teu perfil de blog

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  2. mt fixe grande texto ;D continua assim porta te bem (mal)lol axx:fÁbIo

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  3. mesmo giro o teu textoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

    <---- Olha estes bonecos sao muy giros

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